Visita guiada a Nova Amesterdão: celebre o lançamento connosco em Nova Iorque
Atualização: a visita realizou-se a 22 de outubro. Leia como correu no nosso relato da visita guiada a Nova Amesterdão.
Nova Amesterdão 1660 já está na TimeLens, e celebramos onde faz sentido: na própria Nova Iorque. Em conjunto com o New Amsterdam History Center, organizamos uma visita guiada a Nova Amesterdão na Baixa de Manhattan, com paragens nos TimeSpots.

📅 Quinta-feira, 22 de outubro de 2026, 11h00📍 Ponto de encontro: a escadaria da Bolsa de Nova Iorque, Wall Street👋 Inscreva-se aqui
Onde começa a visita
Começamos em Wall Street, no local onde os neerlandeses construíram em 1653 uma muralha de madeira a atravessar a ilha para proteger a vila de um ataque inglês. A muralha nunca viu uma batalha, mas o caminho ao seu lado deu ao mundo um dos seus nomes de rua mais famosos. Se alguma vez se perguntou como isso aconteceu, o nosso artigo Porque é que Wall Street se chama Wall Street? conta a história toda.
A partir daí, a visita continua pelos TimeSpots de Nova Amesterdão, onde pode erguer o telemóvel e ver a vila neerlandesa exatamente como era em 1660, no sítio exato onde existia.
O que vai ver
No total, lançamos 11 locais em Manhattan, com 18 reconstruções em 360 graus. Entre eles:
- O Forte, sede do governo colonial, com a sua igreja, o quartel e a sala do conselho
- A Muralha, a linha defensiva que se tornou Wall Street
- A Câmara Municipal, construída como taberna em 1641 e primeira câmara municipal da vila a partir de 1653
- O Heere Gracht, o canal que atravessava a vila, tal como os canais de Amesterdão
- O Cais, onde mercadorias e passageiros da Europa e das Caraíbas desembarcavam
- A casa Kierstede, lar da intérprete Sara Roelofs e do cirurgião Hans Kierstede, reconstruída divisão a divisão
- A casa Stuyvesant, a «Casa Grande» do diretor-geral Petrus Stuyvesant
Cada cena está cheia de pessoas retiradas de pinturas neerlandesas do século XVII, e cada local é narrado pelo escritor Russell Shorto, cujo livro The Island at the Center of the World levou a história da Manhattan neerlandesa a um público totalmente novo. Em cada reconstrução pode também tirar uma selfie histórica com Nova Amesterdão como cenário, para partilhar com os amigos.
Assente em anos de investigação
Nada disto existiria sem o New Amsterdam History Center. As reconstruções baseiam-se nos seus anos de investigação e modelação da povoação neerlandesa, grande parte dos quais pode ver no seu projeto Mapping Early New York. O seu trabalho parte de um documento notável, um mapa desenhado em 1660 que mostra todas as casas da vila. Pode ler mais sobre ele no nosso artigo sobre o Plano Castello.
As reconstruções trazem também de volta as pessoas que aqui viveram, dos funcionários da Companhia e comerciantes aos africanos escravizados cujo trabalho construiu a vila. Uma delas é Sara Roelofs, que fazia de intérprete entre os neerlandeses e os lenapes de língua munsee. A sua história é contada em Sara Roelofs: a mulher que traduzia entre dois mundos.
Não está em Nova Iorque?
Não precisa de estar em Manhattan para ver Nova Amesterdão. As reconstruções podem ser vistas na TimeLens onde quer que esteja, por isso pode ver a vila neerlandesa e ouvir a narração de Russell Shorto sem jet lag. Saiba mais sobre o projeto no nosso anúncio de Nova Amesterdão 1660.
Descarregue a TimeLens na App Store ou no Google Play.
Obrigado
Um enorme obrigado a Toya Dubin, Vanessa Bezemer Sellers e Eduard Van Dijk, do New Amsterdam History Center, por tornarem isto possível, e a Russell Shorto por emprestar a sua voz à cidade sobre a qual escreveu de forma tão brilhante.
Esperamos vê-lo a 22 de outubro.


